"O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar..."

26 outubro, 2009




"Eu quero matar a vontade
Enquanto tenho saúde e idade
Fazer um pouco de tudo
Manter a alma
Pra poder ganhar o meu mundo..."

( Ambição - Rita Lee )

05 outubro, 2009

Presente.

A mente humana é de fato 'brilhante',
e por vezes assustadora. Isso é legal, eu acho.


Cancionata de Natália

Vem e vai serena em todo alvorecer
como brisa a enunciar a descoberta
de tudo aquilo que um dia ao entardecer
fez-se da vida um sonhar - sempre aberta.

E no vai e vem incansável do marulhar
rompidos se fizeram a margens dos laços
já que nascido diante do ser/estar embrulhar
deu-se como primeira primavera em abraços.

No já longe e entregue ao recém passado
diante de tudo quanto à vida se nos fez amar
vieste trazendo contigo nos teus braços já traçado.

És em pureza o símbolo e o nascer simbolizante
a própria essência do caminhar rumo ao belo mar,
nascem o alvorecer, fenecem as tardes no horizonte.

Mas o tudo fez-se nada. Tua forma trazida ainda é alada.

Edson C. Amaral
em Petrópolis, aos X-10-2009
dedicado a Natália Marques.


Algumas surpresas tocam fundo a alma da gente,
e nos dá de alguma forma, um sopro de esperança.


02 setembro, 2009

Sem arf`s hoje, algumas coisas se diz melhor calando.

(:

01 setembro, 2009

Assim como o amor, a morte também chega sem avisar.
O lado racional encara numa boa, afinal, é
a ordem natural, mas a dor não deixa de doer,
como se fosse sempre injusto, como se fosse sempre uma
grande maldade.

Não posso dizer que foi cedo pra ele,
nem que foi tarde, não cabe a mim julgar
o tempo de cada um, posso apenas dizer que
os dias não serão os mesmos sem ele,
mas as noites, serão mais belas que nunca,
pois haverá no céu uma estrela com brilho único.

Depois de muitas horas de estrada,
pude prestar minha última homenagem ao grande amigo,
professor e colega de trabalho, já com enorme saudade,
mas com a certeza de que ele deixou um grande
pedaço de si conosco, que fará toda diferença.

Despedidas a parte, foi um dia de abraços,
boas conversas, estradas, belos lugares,
conhecimentos totalmente válidos,
e muito, mas muito amor.

Qualquer coisa escrita além disso seria informação demais,
até pra mim, que ainda to tentando absorver tudinho.

Tá...tchau, beijo.

Adaptação do dia, respiro; A fé em nós.

...era mais um dia que eu ia acordar com você na
nossa cama a me observar, mas não foi...

- Com licença, posso entrar?
Eu sei que a casa também é minha,
mas ela já tem tanto de nós, que nem me sinto
a vontade pra chegar assim, sem avisar.
Sem ao menos um prefácio, não é fácil.
Eu só vim buscar umas coisas, não pretendo demorar.
É só o tempo de separar as xícaras, os livros...

- Você está linda, parece feliz.

Respiramos fundo diante do retrato no álbum.
Os rostos ali impressos jamais poderiam imaginar
que depois de 5 anos, estariam ambos sentados na
sala de casa, após 1 ano da separação, agora sim,
com a coragem pra separar os pertences em caixas de papelão.

Estavam ambos desmontando a casa dentro e fora de si mesmos,
em cada móvel e porcelana um resquício de momentos a dois.
Diálogo já não havia, nem sopa quente nos dias de frio.
Escolhi ficar com as plantas, ponderei que elas me
fariam mais companhia do que um faqueiro de prata italiano.

Sinto falta do nosso silêncio a dois,
sinto falta dos adjetivos.
Afetos arquivados em pastas de computador.
Tudo traduz a fé em nós.
Deixarei um lembrete da próxima vez:
'Salvar nossa fé em disquete.'

- Eu sei que a culpa também é minha, mas ela já tem tanto de nós.
Vou indo, acho que fomos justos. Cuide-se bem, como há de ser.

Tudo que se repete tende a se esvair, é questão de tempo.
A felicidade esgota-se no exercício burro da repetição dos dias,
dos meses, dos anos, registradas em fotos e vídeos engavetados.
Por fim, sonhos encaixotados e lâmpadas apagadas.
Respirei fundo, dessa vez com mais força, senti MEU respirar e bati a porta.

Desci as escadas soluçando, achando tudo uma desgraça,
senti que me seguias compartilhando do mesmo desespero.

Um abraço, e a certeza do amor eterno.

- Com licença, posso ficar?

Eu te amo; Amo você.
As vezes a distância é o melhor que pode acontecer.

22 agosto, 2009

Peanuts


As tiras de peanuts, publicadas a partir de 1950, foram criadas
e desenhadas pelo sarcástico catunista americano Charles M. Schulz.
Segundo uma biografia escrita pelo norte-americano David Michaelis,
o perfil melancólico e amargo de seus desenhos, retratava situações exatas de sua vida.
Nos anos 80, Charles se tornou um dos artistas mais bem pagos dos EUA, com ganhos anuais superiores a US$ 1 bilhão.


"No seu ápice, Peanuts aparecia em mais de 2600 jornais, com um número de leitores estimado em 355 milhões em 75 países, e foi traduzido para 40 línguas. Peanuts ajudou a tornar as tiras a quatro quadrinhos um padrão nos Estados Unidos. Reproduções das tiras ainda são publicadas em diversos jornais do mundo."
(Wikipédia)

Os personagens principais de Peanuts são o beagle Snoopy,
Charlie Brown, o garoto problemático, melancólico e totalmente loser;
Linus, o melhor amigo de Charlie; Lucy, a menina cínica, impaciente,
muito mal humorada, egoísta, sarcástica e mandona.
As amigas Patty Pimentinha e Marcie, que, gostam secretamente de Charlie.
Além de Sally Brown, Schroeder, e Joe Cool e Woodstock, o passarinho amigo de Snoopy.

Nem preciso dizer que a adorável Lucy van Pelt
é umas das minhas personagens preferidas.


Well, somente o registro de mais uma das minhas paixões.
O dever me chama...au revoir!

20 agosto, 2009

De: Jornal das pequenas coisas.


Não estou falando de um mundo cor-de-rosa ou de pessoas perfeitas,
sempre prontas para nos acolher, amar, caminhar ao nosso lado.
Não falo disso, mas da tristeza nos olhos de quem vira as costas e a gente não vê.
A beleza por dentro de um peito encouraçado que a gente não sente.
A solidão de quem afasta um amor e se deita em camas tão frias.
É do instante quando os olhos se perdem no nada e nenhuma mentira é capaz de enganar si mesmo.
É desse instante solitário, desse instante sem abraço, que eu digo.
Todo mundo vai virar as costas ou dizer que merece coisa melhor ou debochar das mentiras que eles contaram...
mas a gente pode sempre voltar e acolher com amor, ser os primeiros a começar.
Afinal, se a hostilidade do mundo despertar a nossa, quem vai ser o primeiro a sorrir?

Sétima arte, brasileiríssima.

“Antes o cinema, no Brasil, era visto como pitoresco.
Agora, com os recentes trabalhos apresentados nos
festivais internacionais, conseguimos provar que somos
capazes e temos muito a mostrar e colaborar com o setor”
(Esther Hamburguer,
Coordenadora do Departamento
de Cinema,
Rádio e TV da Escola de
Comunicação e Arte da USP
)

Mesmo com todo lixo 'made to sell' hollywoodiano, é inegável
que nos últimos anos o cinema brasileiro vem evoluindo, e
esses festivais internacionais tem sido de grande valia para
que o Brasil consiga mostrar todo seu potencial.

De acordo com o diretor e ator José Wilker,
"Fazemos muito sucesso lá fora e não
somos nem conhecidos dentro do País".

Ainda temos um caminho muito longo a ser percorrido,
mas um passo importante é valorizarmos nossas obras,
que hão de nos surpreender ainda mais.

“Creio no Cinema, arte muda, filha da Imagem,
elemento original de poesia e plástica infinitas,
célula simples de duração efêmera e livremente multiplicável.
Creio no Cinema, meio de expressão total em seu poder transmissor
e sua capacidade de emoção, possuidor de uma forma própria que
lhe é imanente e que, contendo todas as outras, nada lhes deve.
Creio no Cinema puro, branco e preto,
linguagem universal de alto valor sugestivo,
rico na liberalidade e poder de evocação.”
(Vinicius de Moraes - Critica ao cinema)

18 agosto, 2009

eee, presente! (:


Kim Grove é um fofo, e eu ganhei uma coleção inteirinha! (:

17 agosto, 2009

Leiam:

- Morangos Mofados, contos. São Paulo: Brasiliense, 1982; 9 ed. Cia. das Letras, 1995. Reeditado pela Agir - Rio, 2005. Abreu, Caio F.


Conto: Natureza viva

"Ah, fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, noites afora, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro estranho o cheiro preciso dele."



Completamente viciada nos escritos desse gênio da literatura,
preciso sempre compartilhar, é ótimo, acreditem. Fica a dica.



16 agosto, 2009

Simplicidade sem demagogia.

O caminho das borboletas, por alguns dias,
foi meu pela manhã, só eu e minhas duas ótimas
companhias sabemos como foi mágico.



'Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia...'

'Quanto mais simplicidade,
Melhor o nascer do dia...'

Agosto não é um mês agradável,
não me inspira pra escrever, e quase
que pra nenhuma outra coisa,
mas lembrar, e pensar com tanta
saudade de dias assim, é como se
eu estive agora, exatamente onde eu
queria estar:

Na beira do 'nosso' rio lavando o rosto de manhã,
correr pra receber o bom dia das borboletas...

mágica, pura.


Entre aspas: Simplicidade - Pato Fu/John

Sempre Caio, F. Abreu.


"...me debato todos os dias para sobreviver e para não desistir.
Nélida Piñon costuma dizer que, de alguma forma,
todos os dias alguém bate à nossa porta e nos convida a desistir.
Não desistimos de teima, quem sabe até meio burra."

(Caio Fernando Abreu)

08 junho, 2009

Meu querido, meu velho, meu amigo.

Esses seus cabelos brancos, bonitos;
Esse olhar cansado, profundo, me dizendo coisas,
num grito, me ensinando tanto do mundo...

E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida;
Meu querido, meu velho, meu amigo.
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...

Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo.
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina.

Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
.
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
.


(Roberto Carlos)

16 março, 2009

Eis que em uma das boas conversas dessa vida,
me fazem a seguinte pergunta: -Tem certeza?
É claaaro que não tenho a mínima certeza,
nem nada parecido com isso!
É certo que existe uma linha entre o romantismo e o exagero,
mas quando não se tem no mínimo, o mínimo, complica!

"Não se preocupe, não vou tomar nenhuma
medida drástica, a não ser continuar!
Tem coisa mais auto destrutiva do que insistir sem fé nenhuma?"

[ In:. "Os sobreviventes", Morangos mofados; Caio F. Abreu]


Mudando de assunto...

Não lembro de alguma vez ter feito
nenhuma propaganda pra ninguém
vir até aqui e ler o que eu perco meu precioso tempo escrevendo,
visto que pouco interessa a mim, imagina aos outros. Hã!
Porém, meus caros, existe quem se dê esse trabalho,
o que é até bacana e tal, mais quanto a gostar ou desgostar,
guardem pra si...combinado?

Aliás, pra quem gosta de ler: e-books! Fica a dica,
não é a mesma coisa que pegar um livro e ler onde quiser,
mas é um ótimo quebra galho!


Beijos pra Prê, Clá, e ao querido Dani! Amo vocês!

15 março, 2009

Arrumando o armário (enquanto não faço as malas)!

Domingo de chuva, delícia!
Almoço em família e o resto do dia pra curtir o tédio!
No, no, no!
...O resto do dia pra fazer uma limpeza, no armário e na alma.
(Além do trabalho...quase escravo!)

Acho que eu nunca tinha parado pra reparar no
quanto eu sou bagulheira, até me assustei com minha
enorme capacidade de guardar lixo.
Um moooonte de revistas velhas, cadernos de todas as séries,
catálogos de lojas (hahaha, juro), milhões de apostilas,
desenhos, recortes, agendas, que raios eu ia fazer com essas tranqueiras?
Pra onde eu olhava tinha alguma coisa pra rasgar e jogar no lixo.
Venci meu apego aos lixos sentimentalóides, e, pasmem,
eu desocupei o armário inteirinho!

Resumo: Sou uma pessoa desapegada e com um armário novo, vazio! :)

"...Fazer limpeza no armário
Retirar traças e teias
E angústias da minha mente
Parar de sofrer
Por coisas tão pequeninas
Deixar de ser menina
Prá ser mulher..."

(Mudanças - Vanusa e Sérgio Sá)

E não é que essa arrumação me fez perceber, que é exatamente isso
que eu faço a vida inteira?? Diáriamente guardo coisas, que não
servem absolutamente pra nada e não tem outra finalidade além
de ocupar muuito espaço, coisas estas, que poderiam ser jogadas
fora no exato momento em que as recebo, como:
A falta de respeito, de educação, de compaixão;
A inveja, injustiça, impaciência, o rancor, a falta de amor...
entre tantas outras.

Estou aprendendo a jogar fora o que não me faz bem,
é uma tarefa difícil, mas sei que chego lá!

...enquanto isso, me darei rumo, e farei as malas.
Sabe as malas? Então! :D

"Eu hoje joguei tanta coisa fora
Eu vi o meu passado passar por mim
Cartas e fotografias gente que foi embora.
A casa fica bem melhor assim..."

( Tendo a Lua - Herbert Vianna; Tet Tillett)

Pra não dizer que não falei das flores, (mortas)!




Você pode conhecer uma pessoa por anos, e não conhecer, sacou?
Ou você pode também saber exatamente em que ninho de cobra está
se metendo, e continuar às cegas, pagando pra se dar mal.
O que é duplamente burrice.
E assim os laços se firmam e se desfazem.

Tudo é uma questão de interesses, sejam estes de que cunho for,
e isso é assim desde que o mundo é mundo.

Maldade gratuita, dores, momentos de exaustão emocional, pessoas más,
vontades surtadas de sumir, existirão pra todo sempre (amém), porém,
vou me ater ao direito de permanecer em silêncio diante de mais uma decepção,
e não vejo necessidade de sentir pesar algum, primeiro porque não vale a pena,
e segundo porque a vida tem tanta coisa boa, que seria até uma falta de
respeito eu ficar me lamentando pela ausência de caráter de uns e outros por aí;

Definitivamente, não vou permitir que pessoas que perderam certas virtudes fundamentais, roubem ou anulem os sentimentos e as coisas boas que trago dentro de mim, e mais do que nunca, me nego a ocupar meu tempo com pessoas mesquinhas, pois tenho imenso prazer em estar bem acompanhada sempre e dar carinho aos meus. Compris?

Só pra constar, to muito interessada em ser feliz, então, as pessoas, lamentavelmente, destinadas a infernizarem umas as outras por toda sua infeliz existência, me deixem fora dessa, ok?

No mais, estou feliz, cheia de sorrisos e muita paz no coração!

16 janeiro, 2009

"- Só uma coisa: tahamul. A capacidade de suportar."

12 janeiro, 2009

Apenas uma maçã

"Melhor interromper o processo no meio: quando se conhece o fim,
quando se sabe que doerá muito mais - por que ir em frente?
Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer,
lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia
– qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir,
mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada,
e que esse nada seja áspero como um tempo perdido."

[Caio 3d: O essencial da década de 1970]

11 janeiro, 2009


3:02

- Alô.
- Oi, sou eu. Tudo bem?
- EU? Eu quem?
- Eu ué...eu.
- Ah, você, claro! Tudo ótimo e contigo? Aconteceu alguma coisa?
- Aconteceu.
- O que? O que foi?
- Você.
- Eu, eu o que?
- Aconteceu você.
- Você bebeu? Não to entendendo. Eu aconteci?
- Não bebi, mas não seria má idéia. E sim, você aconteceu.
Aconteceu na minha vida, e eu to te ligando pra agradecer por isso, te amo.

(silêncio)

- Ta ai?
- To. Tentando entender.
- Não é você mesma que sempre diz que precisamos sempre
dizer as pessoas o que sentimos por elas? Entende agora?
- Ah, entendi. Você usou a palavra "sempre" duas vezes na mesma frase, ficou feio.
- E você continua chata.
- Engraçado! Deveriamos nos falar mais vezes.

( ... )

É como um carinho no coração, conforto inesperado.
Preciso aprender que nem sempre as pessoas me
surpreendem de forma negativa! :)

05 janeiro, 2009

São tantas as coisas sobre as quais gostaria de escrever,
que acabo por não conseguir fazê-lo a respeito de nenhuma delas.

Tive vontade de falar sobre como esse ano se iniciou com meu
maior sorriso, na companhia das pessoas mais importantes da minha vida.
Mas determinados momentos são tão grandiosos, únicos e mágicos,
que seria uma pretensão da minha parte tentar descrever-los.
Portanto, guardo em mim os dias mais lindos que já vivi.

Pensei também em escrever sobre o primeiro sábado do ano,
e sobre como ainda consigo me surpreender com a capacidade
que algumas pessoas tem de nos fazer mal.
É surpreendente de fato!
Uma semana fora vivendo em estado de paz,
um dia de volta, e tudo vira de ponta cabeça.
A verdade é que ninguém se preocupa com você, o que existe é apenas um interesse na sua novelinha particular,
e quando esta passa a não ser mais interessante, simplesmente "trocam de canal".
É...pensei mesmo em escrever muito sobre esse dia, mas prefiro esquecer que ele existiu, e só lembrar da pizza de bombom,
que estava realmente uma delícia! :D
(Sim, esse post vai acabar em pizza, porque falar de pessoas me enjoa, blah!)

Resumindo: Não quis escrever sobre nada.


"É preciso estar bem claro (se puder)
E eu não quero, não quero dizer nada (se houver)
eu queria estar por fora, mas você é tão legal."

(Eu não quero dizer nada – Raulzito )