"O pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa quando começa a pensar..."

22 agosto, 2009

Peanuts


As tiras de peanuts, publicadas a partir de 1950, foram criadas
e desenhadas pelo sarcástico catunista americano Charles M. Schulz.
Segundo uma biografia escrita pelo norte-americano David Michaelis,
o perfil melancólico e amargo de seus desenhos, retratava situações exatas de sua vida.
Nos anos 80, Charles se tornou um dos artistas mais bem pagos dos EUA, com ganhos anuais superiores a US$ 1 bilhão.


"No seu ápice, Peanuts aparecia em mais de 2600 jornais, com um número de leitores estimado em 355 milhões em 75 países, e foi traduzido para 40 línguas. Peanuts ajudou a tornar as tiras a quatro quadrinhos um padrão nos Estados Unidos. Reproduções das tiras ainda são publicadas em diversos jornais do mundo."
(Wikipédia)

Os personagens principais de Peanuts são o beagle Snoopy,
Charlie Brown, o garoto problemático, melancólico e totalmente loser;
Linus, o melhor amigo de Charlie; Lucy, a menina cínica, impaciente,
muito mal humorada, egoísta, sarcástica e mandona.
As amigas Patty Pimentinha e Marcie, que, gostam secretamente de Charlie.
Além de Sally Brown, Schroeder, e Joe Cool e Woodstock, o passarinho amigo de Snoopy.

Nem preciso dizer que a adorável Lucy van Pelt
é umas das minhas personagens preferidas.


Well, somente o registro de mais uma das minhas paixões.
O dever me chama...au revoir!

20 agosto, 2009

De: Jornal das pequenas coisas.


Não estou falando de um mundo cor-de-rosa ou de pessoas perfeitas,
sempre prontas para nos acolher, amar, caminhar ao nosso lado.
Não falo disso, mas da tristeza nos olhos de quem vira as costas e a gente não vê.
A beleza por dentro de um peito encouraçado que a gente não sente.
A solidão de quem afasta um amor e se deita em camas tão frias.
É do instante quando os olhos se perdem no nada e nenhuma mentira é capaz de enganar si mesmo.
É desse instante solitário, desse instante sem abraço, que eu digo.
Todo mundo vai virar as costas ou dizer que merece coisa melhor ou debochar das mentiras que eles contaram...
mas a gente pode sempre voltar e acolher com amor, ser os primeiros a começar.
Afinal, se a hostilidade do mundo despertar a nossa, quem vai ser o primeiro a sorrir?

Sétima arte, brasileiríssima.

“Antes o cinema, no Brasil, era visto como pitoresco.
Agora, com os recentes trabalhos apresentados nos
festivais internacionais, conseguimos provar que somos
capazes e temos muito a mostrar e colaborar com o setor”
(Esther Hamburguer,
Coordenadora do Departamento
de Cinema,
Rádio e TV da Escola de
Comunicação e Arte da USP
)

Mesmo com todo lixo 'made to sell' hollywoodiano, é inegável
que nos últimos anos o cinema brasileiro vem evoluindo, e
esses festivais internacionais tem sido de grande valia para
que o Brasil consiga mostrar todo seu potencial.

De acordo com o diretor e ator José Wilker,
"Fazemos muito sucesso lá fora e não
somos nem conhecidos dentro do País".

Ainda temos um caminho muito longo a ser percorrido,
mas um passo importante é valorizarmos nossas obras,
que hão de nos surpreender ainda mais.

“Creio no Cinema, arte muda, filha da Imagem,
elemento original de poesia e plástica infinitas,
célula simples de duração efêmera e livremente multiplicável.
Creio no Cinema, meio de expressão total em seu poder transmissor
e sua capacidade de emoção, possuidor de uma forma própria que
lhe é imanente e que, contendo todas as outras, nada lhes deve.
Creio no Cinema puro, branco e preto,
linguagem universal de alto valor sugestivo,
rico na liberalidade e poder de evocação.”
(Vinicius de Moraes - Critica ao cinema)

18 agosto, 2009

eee, presente! (:


Kim Grove é um fofo, e eu ganhei uma coleção inteirinha! (:

17 agosto, 2009

Leiam:

- Morangos Mofados, contos. São Paulo: Brasiliense, 1982; 9 ed. Cia. das Letras, 1995. Reeditado pela Agir - Rio, 2005. Abreu, Caio F.


Conto: Natureza viva

"Ah, fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, noites afora, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro estranho o cheiro preciso dele."



Completamente viciada nos escritos desse gênio da literatura,
preciso sempre compartilhar, é ótimo, acreditem. Fica a dica.



16 agosto, 2009

Simplicidade sem demagogia.

O caminho das borboletas, por alguns dias,
foi meu pela manhã, só eu e minhas duas ótimas
companhias sabemos como foi mágico.



'Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia...'

'Quanto mais simplicidade,
Melhor o nascer do dia...'

Agosto não é um mês agradável,
não me inspira pra escrever, e quase
que pra nenhuma outra coisa,
mas lembrar, e pensar com tanta
saudade de dias assim, é como se
eu estive agora, exatamente onde eu
queria estar:

Na beira do 'nosso' rio lavando o rosto de manhã,
correr pra receber o bom dia das borboletas...

mágica, pura.


Entre aspas: Simplicidade - Pato Fu/John

Sempre Caio, F. Abreu.


"...me debato todos os dias para sobreviver e para não desistir.
Nélida Piñon costuma dizer que, de alguma forma,
todos os dias alguém bate à nossa porta e nos convida a desistir.
Não desistimos de teima, quem sabe até meio burra."

(Caio Fernando Abreu)