Um sábado qualquer, o vento de quase dezembro bate intransigente.
Tempestade de pensamentos tortuosos, e quando sinto que os problemas já estão me deixando a beira de um ataque de nervos, percebo que não passo de uma garotinha estupidamente preocupada.
(por mais que estes me machuquem e me enlouqueçam),
muito menos ter a mania escrota de ‘umbigar’ e achar que tudo gira ao meu redor,
pois tenho em mim, a certeza de que posso ser forte pra enfrentar tudo com fé, amor e muita confiança.
Hoje as coisas andam entre a leveza e suavidade, e o melhor do pior,
é que num estado-constante-de-mania, sou feliz a cada segundo, adotando as máximas de Cazuza.
“Alguém tentou desesperadamente
Sentir algo decente
Sou feliz, pois já fui julgada
Daqui pra frente, tudo é meu...”
(A inocência do Prazer – Cazuza)






