Muitas vezes me encontro preocupada, ansiosa,
envolta a situações complicadas, me sentindo um tanto quanto perdida.
E é exatamente ai, que busco (e encontro), essência.
Penso.
Horas com muitas pessoas.
Dias com algumas outras.
Meses no convívio de poucas delas.
Anos...e muitas, muitas passaram.
O que fica?
Em alguns casos a memória, em outros uma lembrança,
em alguns até um saudadezinha.
E ponto...o resto é pó, que a gente assopra
E o vento se encarrega de levar tudo pra bem longe.
Repenso.
E quando não é pó, é nó?
Hoje, pensei em você!
Como já havia dito, a saudade ultimamente, decidiu doer mais do que o normal.
Um filme.
As manhãs frias e cinzas, o seu bom dia, um lugar chato com pessoas estranhas, éramos platéia.
A volta pra casa, o seu apartamento “aquele em cima do que está com a luz acesa”.
As tardes, os banquinhos, o filho imaginário, O caderno, um mundo novo.
São Paulo, não a terra da garoa, e sim o lugar que tem o céu roxo.
Cabo Frio, carnavais, perdas, pedras, “nunca abandonar”.
Agradeço.
Obrigada por despertar em mim um pedaço que eu mesma não conhecia,
e que adormece quando você está ausente.
Só gosto do que sou, quando SOU contigo.
Confiança.
Lealdade.
Cumplicidade.
Afinidade.
Irmandade.
Você amiga-irmã, minha conquista mais significativa.
11 novembro, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)







Um comentário:
As coisas mudam 500.000 vezes o tempo todo, mas o que surpreende é notar a estrutura intocável entre nós. Algo que se sacraliza conforme o tempo passa. Algo que está tão fundo e cujas raízes só aumentam conforme os anos passam.
Eu fico distante, eu fico sem tempo, eu fico devendo uma porção de coisas. Minha vida anda toda mudada e tá difícil dar conta até de mim mesma. Só peço que continue me carregando e me dando motivos de largar o meu texto de neo-realismo e chorar compulsivamente com aquela velha vontade de um abraçao. Te amo.
Postar um comentário